Curso de Graduação em Artes Cênicas
  • Espetáculo: In on it

    Publicado em 14/11/2018 às 18:02

    Evento do Facebook

    Dias 23, 26 e 30/11
    Caixa preta
    20h30 (retirar ingresso gratuito 1h antes)


  • Perspectivas para uma carreira nas Artes Cênicas apresenta a oficina: COMO FAÇO PARA ENCAMINHAR UM PROJETO ARTÍSTICO?

    Publicado em 14/11/2018 às 18:01
    O projeto de extensão: Perspectivas para uma carreira nas Artes Cênicas apresenta a oficina: COMO FAÇO PARA ENCAMINHAR UM PROJETO ARTÍSTICO?, ministrada por Andréa Müller.
    19 a 21 de novembro de 2018, das 14 h às 17h30.
    15 vagas (aberto ao público em geral).
    É preciso levar um notebook para a oficina.
    Inscrições gratuitas pelo e-mail: rafaelmarquesary@gmail.com ou pelo WhatsApp 48 99695-6275
    CRONOGRAMA
    Apresentação
    Existem muitas dúvidas e muito trabalho a fazer na hora de produzir um material artístico e encaminhá-lo às instituições e aos editais de cultura.
    Esta oficina pretende, por meio de uma vivência prática, instruir os participantes na preparação e apresentação de suas propostas artísticas, orientando-os a elaborar releases, a organizar as documentações para contratação, a construir uma planilha de custos justa e a vivenciar uma prática de apresentação de venda.
    Estrutura
    A oficina será dividida em três módulos práticos.
    Primeiro módulo:
    O trabalho do outro lado. O que faz o meu interlocutor / contratante?
    As relações profissionais bem-sucedidas são aquelas em que todos os envolvidos dominam os processos para a realização do trabalho.
    Neste módulo serão apresentadas as expectativas do contratante. Quais as suas necessidades e qual o seu “time” para a seleção e contratação de uma atividade artística.
    Exercício prático
    Criação de release. Como elaborar esse documento?
    Um release pode ser criado de diversas maneiras e com diversos formatos. Mas algumas informações são essenciais para o interlocutor / contratante. Neste primeiro módulo os alunos serão orientados com exercícios práticos a falarem de seus trabalhos de forma clara e objetiva
    Segundo Módulo:
    Custo do trabalho. Como precificar?
    Esta etapa da preparação do material é importantíssima. As propostas financeiras revelam o nível de profissionalização do grupo e do seu produto. É importante que cada colaborador seja remunerado justamente. Para isso é necessário conhecer os parâmetros que norteiam os custos relativos aos trabalhos artísticos, assim como os encargos e impostos.
    Documentação para contratação – Como obtê-las?
    As instituições de cultura são fiscalizadas e auditadas por diversos órgãos e respondem juridicamente por todas as atividades que realizam. Por essa razão, exigem uma documentação rigorosa que fará parte do processo de contratação. Essa documentação precisa ser apresentada corretamente e no prazo estipulado. Os alunos serão orientados sobre como obtê-la e organizá-la em seu portfólio.
    Terceiro módulo:
    Reunião para apresentação do projeto. Como conduzi-la?
    A última etapa do trabalho será de apresentação e avaliação do material produzido nos módulos anteriores. Por meio de uma simulação, cada participante responsável pela venda do projeto terá um tempo definido para apresentar sua proposta de trabalho. Após as apresentações, serão sinalizados os pontos positivos e os que precisam melhorar.
    Andréa Müller é Artista Plástica, Produtora Cultural, Atriz e performer.
    Na década de 90, residindo em São Paulo, formou-se em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Frequentou a Escola Circo Picadeiro, cursou teatro no INDAC Escola de Atores – SP e participou do CPT – Centro de Pesquisa Teatral, coordenado pelo diretor Antunes Filho.
    Ainda neste período, ingressou na empresa SESC – Serviço Social do Comércio, onde trabalhou por 23 anos, atuando como Arte Educadora e como Programadora Cultural nas áreas de cinema, teatro, dança, literatura, música e outras linguagens.
    Em 2017 criou a performance Coragem, que trata do empoderamento feminino e da educação de gênero. Esse trabalho teve sua estreia em Nova Delhi, Índia, a convite da ONG Humans for Humanity, sendo.apresentado nas universidades Miranda House e Amity Institue of Social Sciences.
    Em 2018 criou a performance “Temporalidade”, inspirada em aspectos dos trabalhos dos filósofos Didi Huberman.e Friedrich Nietzsche, para apresentação no curso de Filosofia e Psicanálise, ministrado pelo Prof. Dr. João Bosco Millen, em Barra Mansa- RJ.
    PERSPECTIVAS PARA UMA CARREIRA NAS ARTES CÊNICAS
    O projeto tem como objetivo aproximar os alunos do curso de graduação em artes cênicas da realidade do mercado de trabalho. Há uma percepção de que a carreira em artes cênicas é difícil e o mercado, quase inexistente. Dessa forma, o projeto tem o intuito de abrir a discussão com a comunidade externa e interna sobre a necessidade de conhecer o que existe e criar o que for necessário para o crescimento desse mercado, propiciando para os formados uma possibilidade de carreira. Para tanto, vale lembrar que a carreira nas artes cênicas se configura como uma carreira de um profissional liberal, logo a criatividade não deve se limitar apenas ao campo da criação artística, deve estar presente também nas estratégias para viabilidade econômica.

    Profa. Elisana De Carli
    Curso de Artes Cênicas
    Depto de Artes – ART
    Centro de Comunicação e Expressão – CCE
    Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

  • Performance: Carta ao Presidente

    Publicado em 07/11/2018 às 20:32


  • Horário reduzido de atendimento.

    Publicado em 01/11/2018 às 12:31

    Comunicamos que devido a participação em cursos de capacitação do servidor que responde pelo expediente da secretária estaremos atendendo em horário reduzido entre os dia 06/11 e 13/11.

    Os curso são: “Controle Externo da Administração Universitária” que ocorrerá dias 06, 07 e 08/11 no período de 09h às 12h; e “Gestão e Fiscalização de Contratos Terceirizados” que ocorrerá dias 06, 07, 08, 09 e 13/11 no período de 13h às 17h.

    Assim o atendimento ocorrerá da seguinte maneira:

    05/11: expediente normal (10h-13h e 14h-19h)

    06/11 : 17h – 18h

    07/11:  17h – 18h

    08/11:  17h – 18h

    09/11: 10h – 12h e 17h – 19h

    12/11: 10h – 12h e 17h – 19h

    13/11: 10h – 12h e 17h – 19h

    PS: Lembramos ainda que mesmo nestes períodos a secretaria pode ser encontrada de portas fechadas devido a necessidade de traslado documental administrativo entre setores.


  • Terceira Edição da Formação do Fórum Permanente de Estudos sobre as Artes Negras da Cena, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira (Fanca)

    Publicado em 31/10/2018 às 17:22

    A terceira edição da Formação do Fórum Permanente de Estudos sobre as Artes Negras da Cena, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira (Fanca) será realizada de 7 a 10 de novembro. O encontro tem como tema “Diálogos com Tradições Orais de Matriz Africana”. O pesquisador e artista Toni Edson (UFAL) ministrará uma palestra, uma oficina e apresentará um espetáculo de contação de histórias. A Formação, que é promovida pelo Coletivo Kurima – estudantes negros e negras da UFSC, Kurima Bantu Mulheres e pela Coordenação de Artes Cênicas com apoio, também, do Projeto 10 Anos do Curso de Artes Cênicas da UFSC, é gratuita e aberta a toda comunidade.

    As inscrições vão até 7 de novembro, através do link.

    Sobre o FANCA

    O Fórum Permanente de Estudos sobre as Artes Negras da Cena, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira (FANCA) visa estabelecer um espaço de estudos acerca dessas práticas e saberes, incluindo as relações raciais e étnico-raciais, através de atividades formativas. Trata-se de conhecer, reconhecer, retomar, fomentar e endossar a cultura e arte africanas e afro-brasileiras, sobretudo àquelas que dizem respeito às artes das cenas negras em um sentido amplo: como as performances e outras artes dos corpos negros, a dramaturgia, a atuação, a performance arte, a encenação e as manifestações culturais. Todas as ações tem a finalidade de instruir toda a comunidade universitária para implementar efetivamente a lei 10.639 nos conteúdos de ensino, pesquisa e extensão.

    Sobre Toni Edson

    Toni Edson é ator negro sergipano que sobe aos palcos desde  os 11 anos de idade. Tornou-se dramaturgo, diretor, compositor e ator de forma auto-didata e, a partir de 1998, complementou sua formação com cursos. Desde 1999 é contador de histórias e em 2006 passou a ser formador de contadores. Toni direcionou sua pesquisa para contos africanos e contos populares do Brasil. É licenciado em artes cênicas (UDESC), mestre em Literatura Brasileira (UFSC). Ator profissional desde 2000, trabalhando com teatro de rua a partir de 2003, modalidade teatral em que concentra sua pesquisa de forma mais efetiva. Fez parte do Grupo A de Teatro, que depois se torna Africatarina, compôs o quadro do grupo Cachola no Caixote e atualmente é membro fundador da Trupe Popular Parrua (SC) e do Grupo Iwá (BA). É doutor em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade federal da Bahia (PPGAC/UFBA), estudando procedimentos e tradição oral de contadores de história africanos como inspiração para rodas de história na rua com contos brasileiros e africanos. Desde 2013 é professor de Encenação e Teatro de Rua da Escola Técnica da Universidade Federal de Alagoas (ETA/UFAL).

    Programação:

    Palestra: A Tradição Oral Vista sob o viés do Djeli na África Ocidental

    Dia 8/11, às 20h, Auditório do EFI (Alterado)

    Há um grupo de famílias de contadores de histórias da África Ocidental, conhecidos como djeli ou djelimuso. Essas/esses contadoras(es) fazem parte de uma casta, numa tradição oral secular que passa de geração a geração. Os primeiros e principais expoentes dos djeliw fazem parte da família Kouyaté. Este estudo abarca discussões sobre oralidade feitas principalmente por uma parte da família Kouyaté, proveniente do país chamado Burkina Faso, e outros contadores de histórias encontrados no XVIII Festival Internacional de Contadores de Histórias Yeleen, promovido pela família supracitada na cidade de Bobo Diulasso. Esta palestra descreve a prática da tradição oral do djeli, suas funções e atribuições, analisa o discurso de alguns membros da família Kouyaté e do tradicionalista Amadou Hampatê Bâ, além de abordar um processo de intercâmbio realizado pelo autor em Burkina Faso, participando do festival Yeleen em 2014. A contação de histórias para esses “artesãos da palavra” acontece preferencialmente em espaços abertos.

    Oficina: Breve Passagem por Jogos de Escuta: Teatro de Rua e o Encontro com a Tradição Mandinga

    Dias 8 e 9/11, das 14 às 17h, Sala 210, Bloco D, CCE.

    A oficina busca potencializar as relações entre “o corpo que conta” e a emissão de palavras, que têm seu peso e sua memória. Para tanto, são praticados jogos de concentração, consciência corporal, percepção do espaço e do outro, a fim de ampliar o repertório pessoal de cada participante. A oficina tece ainda relações entre o contar histórias nos mais variados espaços, instigando as/os participantes a desenvolverem a generosidade, a tranquilidade ao contar e a conexão com nossas raízes.

    Espetáculo: Histórias do Lar…de Lá

    Dia 9/11 às 20h30, Caixa Preta, Bloco D, CCE.

    Você lembra da história que ela contou? Pois Toni Edson, nessa sessão de contos, recorre a memórias de um lar distante, do outro lado do oceano. O contador, sob as vestes de um contador tradicional, faz o reconto de histórias que nunca leu, mas que ouviu durante sua viagem a Bobo Diulasso, capital cultural do país africano Burkina Faso. E o contador ainda ” traduz” canções ouvidas nas histórias, muitas vezes trazendo outra letra para melodias africanas. São histórias que falam do que se faz em casa, sair de casa, entrar e as formas de conviver no lar… de lá. (Com contos de tradição oral africana, ouvidos no XVIII Festival Internacional de contadores de Histórias Yeleen, ocorrido em Burkina Faso. Os contos foram contados por Alasane Sidibé (Togo), Aichatou Fofana Lamine (Níger), Djneba Sano (Burkina Faso), Amnata Sano (Burkina Faso), Minata Sano (Burkina Faso), Bakari Sano (Burkina Faso). Tradução dos contos da família Sano para o francês: François Möise Bamba (Burkina Faso). Tradução dos contos para o português: Michel Ange Gorpe (Costa do Marfim) e Toni Edson. Concepção, adaptação e interpretação, e concepção de canções: Toni Edson.

    Mais informações pelo Facebook ou pelo e-mail Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher.


  • III SEMINÁRIO BRASILEIRO DE ESCRITA DRAMÁTICA: REFLEXÃO E PRÁTICA (SBEDR)

    Publicado em 31/10/2018 às 11:32

    O NEEDRAM – Núcleo de Estudos em Encenação e Escrita Dramática, junto ao ART/UFSC e ao PPGLIT/UFSC, tem o orgulho de anunciar o III SBEDR – SEMINÁRIO BRASILEIRO DE ESCRITA DRAMÁTICA: PRÁTICA E REFLEXÃO, que acontece em Florianópolis-SC, de 26 a 28 de novembro de 2018.

    Repetindo o sucesso da primeira e segunda edições, em 2015 e 2016, a programação contempla diferentes públicos. Na sessão de debates, convidados irão discutir a situação e os rumos da escrita dramática na academia, nos processos teatrais, em publicações e na cena. Nas Grandes Aulas, palestrantes irão apresentar a obra de relevantes dramaturgos. Na sessão de Comunicações, professores e estudantes mostrarão pesquisas acadêmicas com foco na teoria e na prática do tema do seminário. E por fim, um concurso de dramaturgia, intitulado ‘Mercado de Peças’ irá selecionar um texto dramático, que será apresentado sob forma de leitura dramática.

    Inscrições até 18/11/2018

    Para envio de Comunicações, Textos Dramáticos para o concurso ‘Mercado de Peças’ ou para participação como Ouvinte, acesse o site:
    http://1sbedr.wixsite.com/1sbedr

    Evento no Facebook: <https://www.facebook.com/events/929792983858301/>

    Gratuito para Estudantes da UFSC.


  • Edital de vagas suplementares para Artes Cênicas 2019

    Publicado em 29/10/2018 às 18:10
    Se você é indígena, quilombola ou negro(a) e deseja fazer parte das Artes Cênicas UFSC, temos vagas suplementares abertas até dia 13/11. O teste de habilidade específica está marcado para o dia 30/11!
    Mais infos aqui nos links dos editais:
    Edital de Vagas suplementares para negros e pardos UFSC 2019.
    Edital de Vagas suplementares para indígenas e quilombolas e pardos UFSC 2019

  • Atividades no Bloco D suspensas nos dias 27/10 e 28/10.

    Publicado em 26/10/2018 às 16:45

    Informamos que as atividades no Bloco D do CCE estão suspensas nos dias 27/10 e 28/10, devido a mobilização da segurança do Campus e das portarias para atender à realização do Teste de Habilidades Especificas do Vestibular 2019 e ao Segundo Turno das Eleições.

     


  • LEITURA GRÁTIS DA CONSTITUIÇÃO!

    Publicado em 24/10/2018 às 16:56

    LEITURA GRÁTIS DA CONSTITUIÇÃO!Ao lado dos Correios, das 9h as 22h!#leituragratisdaconstituicao

    Publicado por Artes Cênicas UFSC em Quarta-feira, 24 de outubro de 2018


  • II Encontro de Práticas Culturais e das Artes de Matriz Africana – EPRACUAMA

    Publicado em 19/10/2018 às 15:50

    II Encontro de Práticas Culturais e das Artes de Matriz Africana – EPRACUAMA

    O EPRACUAMA foi idealizado e é realizado pelo Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC e a Kurima Bantu Mulheres MUDEMPODIRO e tem o apoio do Fórum das Artes Negras da Cena – FANCA, da coordenação de Artes Cênicas, vai acontecer junto ao 8° Maçã em Fatias e faz parte das atividades dos 10 anos se Artes Cênicas.

    O EPRACUAMA teve sua 1ª edição realizada em 2016, no período da ocupação das universidades e tem o intuito de promover a ampliação de espaços para práticas culturais e das artes de matrizes africanas, ainda pouco presentes no meio universitário brasileiro e praticamente ausente nos cursos da área na UFSC. O encontro gerou encaminhamentos diversos e a urgente necessidade da implementação de disciplinas específicas na área das artes da UFSC, bem como a inserção de conteúdos nas disciplinas dos cursos, com ensino consciente e qualificado. O que culminou em ações, novas parceria com o coletivo e a entidade e mulheres realizadoras, a criação do FANCA e de seu ciclo de formações, ao processo de implementação em curso da disciplina de Artes Negras da Cena, a inspiração e interesse de outros cursos e uma maior união e efetivação desta proposta.

    Esta 2a edição do EPRCUAMA, objetiva dar acesso a aprendizagens, trocas, produção e discussões sobre cultura e arte negras, tornando presentes no espaço acadêmico as epistemologias africanas e afrobrasileiras desta área.
    O EPRACUAMA pretende colaborar com uma formação mais ampla e democrática, sendo uma ação voluntária do coletivo de estudantes negras e negros e entidade de mulheres negras que vêm, há anos, aplicando, por meio da educação, arte e cultura, a Lei Federal 10.639/03 que torna obrigatório o ensino da História e Cultura Africana e Afrobrasileira. Lei Federal que existente há 15 anos, mas que tendo sua aplicação negligenciada no espaço acadêmico, devido a presença ostensiva do racismo institucional, precisa dos esforços de frentes pontuais para que seja efetivada.

    O evento pretende dar visibilidade à diversidade epistemológica existente em nosso país e no mundo, para que com o conhecimento e informação tenhamos uma formação realmente qualificada, humana, crítica e ética que nos impulsione a superar o racismo estruturado em nossa sociedade e a desconstruir o pensamento colonial (nocivo a todos os povos), bem como as práticas de discriminação e exclusão, que criam violências e preconceitos interseccionados.

    Seguindo a lógica necessária de nossas transições humanas, atuaremos a partir de uma perspectiva afrocentrada, que requer uma consciência atuante pela reconexão com nossos valores civilizatórios de África, da participação de todos os povos para o equilíbrio social e planetário. Trata-se de um espaço de UBUNTU (eu sou porque você é), onde também, procuraremos levantar demandas e encaminhamentos para que sigamos nos movendo, transformando e vivendo com mais Ombembwá (Paz).

    PROGRAMAÇÃO:

    20/10 e 21/10 (sábado e domingo)

    Residência Artística – Presenças Negras em Cena: Corpos e Sentidos- Compondo também a programação do 8º Maçã em Fatias
    13h às 19h – no Caixa Preta- Bloco D do CCE

    Proposta: Vivências individuais e coletivas pelo fazer musical e performances de preparação para as práticas cotidianas e artísticas.

    Artistas ministrantes: Roberta Lira e Mateus Aleluia

    Artistas convidadas/os
    Voz e Violão: Mateus Aleluia
    Voz e Cena: Roberta Lira
    Violão: Jylson Martins
    Percussão: Dário Cunha
    Público Participante: Coletivos, CA’s, discentes e docentes.

    *A atividade é interna, voltada para formação da equipe de produção e colaboradores do II EPRACUAMA, para a qualificação e fortalecimento das atividades que serão oferecidas na programação.

    22/10 (segunda-feira)

    18h40 – Abertura oficial do II EPRACUAMA
    19h – Aula-Show Afro-Erudita com o músico Mateus Aleluia.

    Mateus Aleluia é brasileiro natural de Cachoeira, na Bahia, compositor, cantor e instrumentista. É remanescente do grupo vocal “Os Tincoãs” onde, juntamente com Dadinho (criadores do perfil artístico ideológico dos Tincoãs), passou a exteriorizar, a partir de 1963, o sentimento ancestral que temperou o perfil cultural do Recôncavo baiano e, em particular, da cidade de Cachoeira, com o lançamento de 5 LPs e 4 compactos. A partir de 1983, passa a viver em Angola, onde desenvolveu um projeto de pesquisa cultural para a Secretaria de Estado da Cultura de Angola, retornando ao Brasil em 2006. Em 2010, lança seu primeiro disco solo, “Cinco Sentidos”, produzido pelo selo Garimpo e patrocinado pela Petrobrás. É autor, junto com Carlinhos Brown, da canção “Maimbê Dandá”.

    Evento gratuito e aberto ao público. Retirada de senhas poderão ser feitas uma hora antes do evento. Sujeita à lotação do espaço.

    23/10 (terça-feira)
    19h – Cantos Negros: Tecnologias de (Re)Existências que Alimentam e Nutrem Almas

    Ementa: Na oficina serão trabalhados alguns caminhos de experimentações com o canto e as relações entre a presença corporal, a atmosferas internas e externas e os diversos elementos que sensibilizam, alimentam e nutrem a alma por meio das sonoridades de matriz africana. Experimentos entre práticas de consciência corporal e performance, em uma proposta de imersão coletiva com os cantos negros, identificados pela pesquisadora como tecnologias de (re) existência em seu diferentes processo em desenvolvimento que fazem parte dos trabalhos de pesquisas de cantora, atriz e produtora cultural Roberta Lira. Facilitando as reflexões sobre existência, valores ancestrais e a busca de caminhos de (re)sistência à violência colonial contemporânea, para sua superação, harmonização individual e coletiva.

    Artista ministrante: Roberta Lira
    Número de vagas: 40
    Evento gratuito.

    A solicitação de inscrição deverá ser enviada para o email epracuama2018@gmail.com informando no assunto o nome da atividade e, no corpo da mensagem, nome completo, idade, telefone, número do RG e do CPF. As inscrições serão feitas por ordem de chegada dos pedidos e a produção enviará um email confirmando a participação.

    24/10 (quarta-feira)

    18h30 – Vivência em Dança dos Orixás: Iyàgabà

    Artista ministrante: Professora Ana Paula Cardozo

    Sinopse: Ìyagbà (lê-se yaba) – palavra de origem Yorubá que significa mãe senhora e faz menção ao poder ancestral feminino. Ìyagbà é o trabalho desenvolvido por Ana Paula Cardozo Silva, que intenta desenvolver o conhecimento dos valores tradicionais da cultura yorubá através da dança e do canto, entendendo que o corpo é veículo de asé (força vital) e de informação ancestral. A vivência aborda a cultura afro-brasileira e do oeste africano através dos ritmos, dos cantos e das danças, com especial enfoque aos valores civilizatórios presentes nessa matriz cultural como a coletividade, o cooperativismo, a ludicidade, a circularidade, a corporeidade, a energia vital (axé), o respeito, a oralidade e a territorialidade.

    Número de vagas: 40
    Evento gratuito.

    A solicitação de inscrição deverá ser enviada para o email epracuama2018@gmail.com informando no assunto o nome da atividade e, no corpo da mensagem, nome completo, idade, telefone, número do RG e do CPF. As inscrições serão feitas por ordem de chegada dos pedidos e a produção enviará um email confirmando a participação.

    25/10 (quinta-feira)

    19h – Espetáculo: Vô me esconde aqui!
    Sinopse: Chove torrencialmente! Curalina Fosfosol precisa se esconder da chuva. Entra num recinto e dá de cara com o público. Aproveita o momento para compartilhar suas emoções e se satisfazer com o prazer de contar histórias enquanto espera a chuva passar. Compartilha uma história de aventura e um amor nada convencional. Quando a chuva passa, se despede e continua sua jornada pela vida…

    19h 45min- Roda de conversa com o tema: Representatividade Negra e Descolonização por meio da Palhaçaria

    Atriz/palhaça: Drica Santos
    Direção: Karla Concá / As Marias da Graça
    Assistente de Direçaõ: Vera Ribeiro / As Marias da Graça
    Figurino: Nazareth de Medeiros
    Produção Executiva e técnica: Luciana Santos
    Projeto Gráfico: Daniel Olivetto

    Evento gratuito e aberto ao público. Retirada de senhas poderão ser feitas uma hora antes do evento. Sujeita à lotação do espaço.

    26/10 (sexta-feira)

    19h – Mesa Redonda – As Artes Negras da Cena e a Movimentação da Branquitude

    Convidadas:
    – Drica Santos – Atriz, palhaça e Professora Dra. (Teatro – UDESC)
    – Lia Schucman – Psicóloga e Professora Dra. (USP)
    – Roberta Lira – Cantora, atriz e Professora mestranda (PGET – UFSC)
    – Renata Lima – Psicóloga e mestranda (PPGP – UFSC)
    – Fátima Costa de Lima – Professora Dra (Teatro –UDESC)
    – Fabrício Herique Meneghelli Cassilhas (Feibriss) – Tradutora de histórias e professora, doutoranda (PGET – UFSC)

     

    Número de vagas: 40
    Evento gratuito.

    A solicitação de inscrição deverá ser enviada para o email epracuama2018@gmail.com informando no assunto o nome da atividade e, no corpo da mensagem, nome completo, idade, telefone, número do RG e do CPF. As inscrições serão feitas por ordem de chegada dos pedidos e a produção enviará um email confirmando a participação.

    Realização: Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC e Kurima Bantu Mulheres Mudempodiro.

    Idealização, Coordenação Geral e Pedagógica do EPRACUAMA: Artista, Profa. e Mestranda da PGET(UFSC) Roberta Lira

    Organização: Coletivo Vozes de Zambi, Coordenação de Artes Cênicas, Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC e Kurima Bantu Mulheres Mudempodiro.

    Equipe Kurima Bantu Mulheres e Coletivo Kurima:

    Coordenação Geral e Pedagógica do EPRACUAMA: Roberta Lira
    Produção Executiva: Sandra Santos Costa e Mwewa Lwmbwe
    Produção: Alê Abreu e Amanda Duarte
    Realização: Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC e Kurima Bantu Mulheres Mudempodiro.

    Organização: Coletivo Vozes de Zambi e Coordenação de Artes Cênicas, Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC e Kurima Bantu Mulheres Mudempodiro.

    Equipe Kurima Bantu Mulheres e Coletivo Kurima:

    Coordenação Geral e Pedagógica do EPRACUAMA: Roberta Lira
    Produção Executiva: Sandra Santos Costa e Mwewa Lwmbwe
    Produção: Alê Abreu, Amanda Duarte e

    Apoio organização FANCA:
    Consultoria e Pós-Produção Audiovisual: Profa. Dra.Clélia Mello (UFSC)
    Consultoria: Profa. Dra. Fátima Costa de Lima(UDESC)
    Organização Geral: Profas. Dras. Débora Zamarioli, Priscila Genara e Profa. Mestranda da PGET Roberta Lira (UFSC)

    Apoio:
    Coletivo Vozes de Zambi, 8° Maçã em Fatias, FANCA, Coordenação do Curso de Artes Cênicas, Projeto 10 Anos de Artes Cênicas, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução – PGET, CCE, CFH, SINTUFSC, Secarte/ Edital Pró-Cultura e Fórum dos Movimentos Estudantis Negros (FOMOVEN).