Curso de Graduação em Artes Cênicas
  • Assembléia Geral das Artes Cênicas – 17/10/2018 – 18h – Sala 403(Bloco Redondo)

    Publicado em 17/10/2018 às 16:28


  • 8ª edição da Mostra Acadêmica de Artes Cênicas – MAÇÃ

    Publicado em 11/10/2018 às 14:28

    A 8ª edição da Mostra Acadêmica de Artes Cênicas – MAÇÃ está fatiada em vários dias para que tod@s nós possamos participar dessa dionisíaca.

    MÊS DE OUTUBRO DIAS:
    ~ 20 (14:00 – 20:00 H)
    ~ 21 (08:00 – 19:00 H)
    MÊS DE NOVEMBRO DIA:
    ~ 30 (14:00 – 22:00)
    MÊS DE DEZEMBRO DIAS:
    ~ 01 (14:00 – 20:00 H)
    ~ 02 (08:00 – 19:00 H)

    As inscrições estão abertas!!!! Pode ser espetáculo, oficina, show, stand up, bate cabelo, contação de histórias, performance e afins… pode tudo! Só não pode qualquer coisa

    https://goo.gl/forms/C1RFRB1Dq1H8VvSD3


  • Projeto 10 anos do Curso de Artes Cênicas da UFSC

    Publicado em 08/10/2018 às 18:16

    O projeto 10 anos do Curso de Artes Cênicas UFSC convida para a palestra “A Atual Cena Latino-Americana para além dos Grandes Eixos Geográficos”, com o Prof. Dr. Fernando Faria.

    Uma reflexão sobre territórios e fronteiras da ação cênica, estabelecendo um mapeamento de criações espetaculares atuais e tendo como cenário a América Latina, num âmbito fora dos grandes centros culturais. A compreensão da cultura e de outras formas de representação artística do continente, constituído por países e povos marcados por formações étnicas distintas, processos históricos assimétricos, formas desiguais de exercício de cidadania são alguns elementos investigados na proposta.

    Ministrante: Profº Fernando Faria

    Quando: 10/10 às 18:30

    Duração: 2 horas

    Local: sala 411, Bloco D, CCE

     

    Profª Drª Débora Zamarioli
    Departamento de Artes
    Coordenadora do Curso de Artes Cênicas
    Universidade Federal de Santa Catarina
    (48) 3721 2343
    http://artescenicas.grad.ufsc.br/

  • O projeto de extensão: Perspectivas para uma carreira nas Artes Cênicas – Outubro de 2018

    Publicado em 08/10/2018 às 18:02
    O projeto de extensão: Perspectivas para uma carreira nas Artes Cênicas apresenta a oficina: PRODUÇÃO CULTURAL: ESTRATÉGIAS PARA (RE)PENSAR OS DESAFIOS DO CENÁRIO ATUAL, ministrada por Olivia Dias (Produtora Cultural).
    Dias 22 e 23/10, das 14 h às 18 h, na sala 410 do bloco D do CCE.
    30 vagas (aberto ao público em geral).
    Inscrições gratuitas pelo e-mail: rafaelmarquesary@gmail.com ou pelo WhatsApp 48 99695-6275
    O encontro propõe uma abordagem de produção e gestão cultural que possa ser capaz de lidar com as dificuldades e desafios do cenário cultural atual, abordando diversos temas para quem trabalha na área da cultura, nos diversos segmentos. Tem como objetivo proporcionar um entendimento mais estratégico para desenvolver projetos e ações culturais, potencializando-os.
    Dentre os temas: o cenário atual da cultura no Brasil, mercado de trabalho, visão sistêmica da cadeia produtiva, da ideia ao projeto, viabilidade e sustentabilidade, os diferentes tipos de públicos, modelos de financiamento e mobilização criativa de recursos.
    PERSPECTIVAS PARA UMA CARREIRA NAS ARTES CÊNICAS
    O projeto tem como objetivo aproximar os alunos do curso de graduação em artes cênicas da realidade do mercado de trabalho. Há uma percepção de que a carreira em artes cênicas é difícil e o mercado, quase inexistente. Dessa forma, o projeto tem o intuito de abrir a discussão com a comunidade externa e interna sobre a necessidade de conhecer o que existe e criar o que for necessário para o crescimento desse mercado, propiciando para os formados uma possibilidade de carreira. Para tanto, vale lembrar que a carreira nas artes cênicas se configura como uma carreira de um profissional liberal, logo a criatividade não deve se limitar apenas ao campo da criação artística, deve estar presente também nas estratégias para viabilidade econômica.
    A cada mês, teremos uma nova atividade, fiquem atentos.

  • “Samuel Beckett e Tradução: teatro, prosa, música, corpo e performance” – 03/10 no Auditório Henrique Fontes

    Publicado em 24/09/2018 às 14:54
    Pós-graduação em Estudos da Tradução:
    “Samuel Beckett e Tradução: teatro, prosa, música, corpo e performance”

    Samuel Beckett


    DATA: 03/10/2018

    LOCAL: Auditório Henrique Fontes – CCE/Bloco B, Térreo – Universidade Federal de Santa Catarina

    PROGRAMAÇÃO

    HORÁRIO: 9h

     

    ABERTURA DO EVENTO

    Barry Tumelty, Cônsul-Geral da Irlanda em São Paulo

     

    “Nem Cila, nem Caríbdis: o drama beckettiano através das línguas”

    Prof. Dr. Fábio de Souza Andrade (USP)

    Resumo: Corroendo a sintaxe rumo ao simples e essencial, construindo a novidade a partir de uma estética dos resíduos – sejam os dos sentidos correntes e abalados das palavras, sejam os dos lugares comuns do literariamente hegemônico -, a língua beckettiana já nasce, desde a origem, destinada à tradução e à retradução, porque falha e imperfeita, no sentido etimológico e forte do termo. A hesitação beckettiana entre o inglês e o francês, neste cenário, longe de ameaça, trabalha a favor dos que se dirigem ao seu encontro.

     

    “Imagens de Beckett: criação, tradução”

    Dr.ª Ana Helena Souza (tradutora de Beckett)

    Resumo: A partir de uma escolha de imagens extraídas de textos em prosa de Samuel Beckett, pretende-se apontar algumas sutilezas da escrita do autor, seja ela bilíngue ou não. Nesse percurso, será possível também comentar e discutir o lugar em que seus tradutores se colocam.

     

    “Ping: tradução e performance sonora”

    Prof.ª Dr.ª Beatriz Kopschitz Bastos (UFSC)

    Resumo: Este trabalho tece um comentário sobre a área de Estudos Irlandeses no Brasil e a tese de Livre Docência da Professora Emérita da Universidade Federal Fluminense, Maria Helena Kopschitz: “Estes trapos de frase” (UFF, 1975). A tese discorre sobre Ping, de Samuel Beckett, e inclui uma tradução do texto. Haverá uma apresentação em áudio da performance sonora de Ping, em tradução de Maria Helena, produzida pela Cia Ludens para a exposição “É preciso confrontar as imagens vagas com os gestos claros”, realizada em São Paulo, em 2012.

    MODERADORA: Prof.ª Dr.ª Alinne Fernandes (UFSC)

     

    HORÁRIO: 14h

     

    “Do escrito à voz e vice-versa”

    Prof.ª Dr.ª Annita Costa Malufe (PUC/SP) e Prof. Dr. Sílvio Ferraz (USP)

    Resumo: Parece que em Samuel Beckett “tudo é uma questão de voz” como se lê em O inominável. Mais e mais é o fluxo vocal que comanda uma literatura e uma dramaturgia que se queria assumidamente um desmonte das categorias tradicionais do drama e da narrativa. “Nada mais a expressar”, dizia Beckett, em sua busca por uma voz neutra, uma voz do próprio texto ou da própria linguagem. Voz que, no dizer de Blanchot, apenas “se” fala, não sendo mais a fala de um sujeito ou personagem. Qual é o som dessa voz? Como dar a ouvir a neutralidade e o ritmo dessa voz? Como expressar uma voz que nada expressa, nem ninguém? São essas traduzibilidades entre escrito e voz, e voz e escrito, que pretendemos explorar tendo em vista a performance vocal latente na obra beckettiana.

     

    Sinopse da performance: Annita Costa Malufe (voz e poemas) e SIlvio Ferraz (live-electronics + instrumentos)

    Poema-em-música

    poema-em-música: performance. voz + live-electronics. confronto entre a produção poética e a produção musical. escuta da musicalidade do texto. percursos de adensamentos, rarefações, pausas, acelerações, apaziguamentos, contrastes, balbucios, congelamentos. live-electronics + instrumentos: realce dos traços de musicalidade da linguagem e da voz. afetos e amálgamas. terreno híbrido. som. ritmo. fluxo vocal. samuel beckett – christophe tarkos – georges aperghis. percursos rítmicos da voz do texto.

     

    “Corpo instável: traduzindo em cena o corpo beckettiano”

    Prof. Me. Leonardo Samarino (UERJ)

    Resumo: A criação beckettiana é fruto de um itinerário de decomposição da linguagem, destinada a cada momento a fracassar. Como dar forma à oscilação e ao apagamento do traço, no processo de traduzir Beckett para o corpo?Como dar corpo àquilo que escapa continuamente, que está sempre em vias de se desfazer? Beckett fissura as conexões impostas da linguagem e torna porosa a blindagem que submete o corpo a rígidas formatações dos modos de sentir, fazer e, principalmente, ser.

     

    “Beckett e Joyce: pode entrar!”

    Prof. Dr. Vitor Amaral (UFF)

    Resumo: Dois dos irlandeses mais conhecidos da literatura do século XX, James Joyce (1882-1941) e Samuel Beckett (1906-1989) mantiveram por algum tempo uma relação intelectual importante, mas que seria abalada ainda no início da década de 1930 pelo amor não correspondido de Lucia Joyce pelo jovem escritor irlandês. Foi Beckett quem escreveu um dos primeiros textos críticos sobre “Work in Progress”, o ensaio “Dante… Bruno. Vico.. Joyce” (1929), e participou da tradução de “Anna Livia Plurabelle” para o francês (1931). Durante uma sessão na qual Joyce lhe ditava passagens do que viria a ser Finnegans Wake, Beckett não teria entendido que o “pode entrar!” dito por Joyce não deveria compor o texto da obra, mas que se tratava apenas de uma reação espontânea a uma batida à porta. Se isso é verdade, então Beckett escreveu uma parte de sua relação com o Finnegans Wake por meio de um mal-entendido que, mais do que anedótico, é revelador do método de composição de Joyce. Nesta fala, apresentaremos alguns fatos marcantes da relação Beckett-Joyce que podem ser importantes para o estudo de suas obras. Convidamos você, sem mal-entendido, a seguir-nos: pode entrar!

     

    MODERADOR: Prof. Dr. José Roberto Jose Roberto O’Shea (UFSC)

    Palestrantes: 

    Fábio de Souza Andrade é professor de Teoria Literária e Literatura Comparada na Universidade de São Paulo, autor de Samuel Beckett: o silêncio possível, entre outros, e coordenador junto com Ana Helena Souza, do GP Estudos sobre Samuel Beckett. Do irlandês, traduziu e apresentou as peças Esperando Godot, Fim de Partida e Dias Felizes e os romances Murphy e Watt, todos editados pela Cosac Naify e em vias de reedição pela Companhia das Letras.

    Annita Costa Malufe é poeta e professora e vice-coordenadora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária da PUC-SP. Doutora em Teoria e História Literária pela Unicamp, publicou Territórios dispersos: a poética de Ana Cristina Cesar (Annablume/ Fapesp, 2006) e Poéticas da imanência: Ana Cristina Cesar e Marcos Siscar (7Letras/ Fapesp, 2011). É autora de seis livros de poemas, dentre os quais Quando não estou por perto (7Letras/ Petrobras, 2012), e Um caderno para coisas práticas (7Letras, 2016).

    Ana Helena Souza é tradutora e doutora em Letras pela USP, com pós-doutorado em Estudos da Tradução pela PGET-UFSC. É autora do livro A tradução como um outro original (7Letras, 2006), que aborda a obra em prosa e a obra bilíngue de Samuel Beckett, centrando-se em Como é, tradução para o português de How it is/Comment c’ést. Além desse livro de Beckett, traduziu Molloy, Malone morre, O inominável e Companhia e outros textos. Coordena com Fábio de Souza Andrade o Grupo de Pesquisa Estudos sobre Samuel Beckett e é membro do Grupo Interinstitucional Poéticas do Estranhamento (GIPE).

    Beatriz Kopschitz Bastos é membro permanente da Pós-graduação em Inglês da UFSC. É Doutora em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela USP e desenvolveu dois projetos de pós-doutorado na UFSC: “O teatro irlandês contemporâneo” e “A Irlanda no cinema: roteiros e contextos críticos”. Compõe a diretoria da IASIL – The International Association for the Study of Irish Literatures – e é produtora e dramaturgista da Cia Ludens, companhia teatral dedicada à produção de peças irlandesas. É coeditora/organizadora de: Ilha do Desterro – Contemporary Irish Theatre (2010); a série bilíngue Ireland on Film: Screenplays and Critical Contexts (2011-presente); Coleção Brian Friel (2013); e Coleção Tom Murphy (prevista para 2019).

    Silvio Ferraz é professor do curso de composição na USP. Entre 2002 e 2013 foi professor do departamento de música da UNICAMP. Desde 1985 participa ativamente dos principais festivais brasileiros de música contemporânea. É doutor em Comunicação e Semiótica, Livre Docente pela Universidade de Campinas, autor de Música e Repetição: aspectos da questão da diferença na música contemporânea (SP: Educ/ Fapesp, 1997), Livro das Sonoridades (Rio: 7 letras, 2004) e organizador de Notas-AtosGestos (Rio: 7 letras, 2007). Desenvolve projetos no campo da composição musical contemporânea, com ênfase no estudo das implicações do conceito de tempo na música do final do século XX e séc.XXI.

    Leonardo Samarino Lages é ator e diretor teatral. Mestre em Estudos Contemporâneos das Artes pela UFF, graduado em Artes Cênicas pela UNIRIO e ator formado na centenária Escola de Teatro Martins Pena. Integrou o grupo de pesquisa Hanimais Hestranhos, cuja investigação artística foi sobre práticas de atuação a partir de “O Inominável” de Samuel Beckett. Em 2017, produziu o seminário “Em Cia de Samuel Beckett” no Teatro Sérgio Porto no RJ. Atualmente desenvolve pesquisa de doutorado em Artes pela UERJ sobre modos de presença e processos de subjetivação no teatro tardio de Beckett.

    Vitor Alevato do Amaral leciona Literaturas de Língua Inglesa no Departamento de Letras Estrangeiras Modernas da Universidade Federal Fluminense (UFF). Suas principais linhas de pesquisa são Estudos Joycianos e Tradução Literária, com ênfase nas retraduções das obras de Joyce. Também é pesquisador afiliado ao Grupo de Estudos de tradução e Adaptação (ESTTRADA / FL / UFRJ), à Cátedra de Estudos Irlandeses William Butler Yeats (USP) e ao Núcleo de Estudos de Tradução e Criação (UFF). Acaba de criar, com Dirce Waltrick do Amarante, o grupo de pesquisa “Estudos Joycianos no Brasil”.


  • Perspectivas para uma carreira nas Artes Cênicas

    Publicado em 13/09/2018 às 11:21
    O projeto de extensão: Perspectivas para uma carreira nas Artes Cênicas apresenta sua segunda palestra, “Experiências na manutenção de uma companhia teatral”,  com o convidado: Willian Sieverdt (Coordenador e diretor artístico da Trip Teatro), dia 24.09.2018, 16 horas.
    Para saber mais, acesse: http://www.tripteatro.com.br/
    Endereço: Bloco D do CCE, sala 410.
    Entrada franca.
    O projeto tem como objetivo aproximar os alunos do curso de graduação em artes cênicas da realidade do mercado de trabalho. Há uma percepção de que a carreira em artes cênicas é difícil e o mercado, quase inexistente. Dessa forma, o projeto tem o intuito de abrir a discussão com a comunidade externa e interna sobre a necessidade de conhecer o que existe e criar o que for necessário para o crescimento desse mercado, propiciando para os formados uma possibilidade de carreira. Para tanto, vale lembrar que a carreira nas artes cênicas se configura como uma carreira de um profissional liberal, logo a criatividade não deve se limitar apenas ao campo da criação artística, deve estar presente também nas estratégias para viabilidade econômica.
    A cada mês, teremos uma nova atividade, fiquem atentos.

    Profa. Elisana De Carli
    Curso de Artes Cênicas
    Depto de Artes – ART
    Centro de Comunicação e Expressão – CCE
    Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

  • Folha de S.Paulo publica resenha sobre tradução autoral da professora Dirce Waltrick do Amarante

    Publicado em 13/09/2018 às 11:20

    A ensaísta, tradutora e escritora, professora do Curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e do Curso de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da UFSC, Dirce Waltrick do Amarante, recebeu nova resenha positiva do jornal Folha de S.Paulo, publicada no dia 8 de setembropor sua tradução e organização do livro “Finnegans Wake (por um fio)”, de James Joyce. O livro é resultado de sua pesquisa de pós-doutorado, em Zurique e São Paulo, no ano de 2016. Dirce Waltrick é uma das principais pesquisadoras de James Joyce no Brasil, contendo, em sua bibliografia, diversos ensaios e traduções do autor. Em seu livro, a docente faz sínteses de cada capítulo, elegendo uma das infinitas linhas da obra-prima joyceana, passando-a para a língua portuguesa.

    A resenha sobre a tradução autoral é de Marcelo Tápia, poeta e professor da Pós-Graduação em Estudos da Tradução da Universidade de São Paulo (USP), e pode ser acessada no site. A obra de Dirce Waltrick também já foi capa do Caderno Pensar, do jornal O Estado de Minas, e prestigiada por resenhas do Estadão, que podem ser lidas aqui e neste link.

     

     

    Descrição do livro

    … por um fio, por dentro da linguagem noturna de Finnegans Wake, Dirce Waltrick do Amarante nos conduz até um fim. O resultado é a presente tradução autoral da última obra literária de James Joyce, publicada em 1939.

    Já que a circularidade do Wake impede que exista começo, meio ou fim, a tradutora encontrou a ponta do fio narrativo onde bem quis e largou-a onde bem entendeu. Ou não foi bem assim?

    Para esta tradução, entre as 628 páginas em que o livro de Joyce foi originalmente publicado em inglês (ou fineganês), DWA (Dirce Waltrick do Amarante) fixou-se em pontos de referência como ALP (Anna Livia Plurabelle) e HCE (Humphrey Chimpden Earwicker) – personagens que o leitor conhecerá assim que abandonar esta orelha e for direto ao ponto – além de menções a Giambasttista Vico e Lewis Carroll. Ela também selecionou alguns trechos do livro mais conhecidos dos leitores ou que primam pelo trabalho poético.

    Um dos méritos dessa retradução condensada do Wake é não ter a pretensão de recomeçar do zero. A tradutora, também estudiosa da obra de Joyce, dialoga francamente com John Cage, Ana Hatherly e com os irmãos Campos. Ela nos conta, ainda, que durante seu andarilhar tradutório valeu-se de pistas de outros estudiosos e tradutores. Nada mais ético.

    As obras de Joyce constantemente nos convidam a traduzir e pensar sobre tradução. Estudos sobre suas retraduções para as mais diversas línguas ajudaram não apenas a entender Joyce, mas também renderam importantes ideias sobre a própria tradução literária. Este Finnegans Wake (por um fio) é mais uma contribuição na mesma linha.

    Quanto ao título, tal é a riqueza de possibilidades contida em “Finnegans Wake” (atenção: sem apóstrofo!) que, ao não ter optado por solução já conhecida em português, Dirce Waltrick do Amarante não despertou o gigante do livro em lugar dos leitores, mas atribuiu a nós a liberdade de fazê-lo.

    Vamos então ler este pequeno Wake de fio a pavio, fiando-se no trabalho da tradutora-autora, que nos apresenta um fio narrativo, mas dando a entender, nos entrefios, que em Joyce nossa leitura está sempre…

    Vitor Alevato do Amaral

    Publicação Original: https://noticias.ufsc.br/2018/09/folha-de-s-paulo-publica-resenha-sobre-traducao-autoral-de-professora-da-ufsc/


  • Formação FANCA 1ª edição: Frantz Fanon, a estética e a racialização

    Publicado em 11/09/2018 às 15:26

    É com prazer que a Coordenação de Artes Cênicas, FANCA, Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC, Coletivo Vozes de Zambi e Kurima Bantu Mulheres Mudenpodiro convidam para a Formação FANCA 1ª edição: Frantz Fanon, a estética e a racialização.

    O Fórum Permanente de Estudos sobre as Artes Negras da Cena, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira (Fanca) promove no dia 17 de setembro, segunda-feira, a primeira edição da  Formação FANCA, com o tema “Frantz Fanon, a estética e a racialização: a educação para as relações étnico-raciais em questão”. O evento será realizado conta com a participação do pesquisador Deivison Faustino, da Universidade Federal de São Paulo.

    A atividade é gratuita e aberta a toda comunidade e a inscrição é feita no  endereço http://inscricoes.ufsc.br/fancafrantzfanon. Entre os objetivos, está a discussão sobre as influências do colonialismo sobre as representações de brancos e negros na modernidade.

     

    Programação:

    10h às 13h: Os desafios para a aplicação das Diretrizes Curriculares Para a Educação das Relações Étnico-Raciais

    Local: Auditório da Arquitetura – UFSC

    14h às 17h: Frantz Fanon e a racialização do olhar

    Local: Sala 205 do Espaço Físico Integrado (EFI) – UFSC

    17h: Lançamento do livro: “Frantz Fanon: um revolucionário, particularmente negro”

    Local: Sala 205 do Espaço Físico Integrado (EFI) – UFSC

     

    Inscrições até dia 17/09:http://inscricoes.ufsc.br/fancafrantzfanon

    Email: fancainscricao@gmail.com

    Info: https://www.facebook.com/events/320162855425060/

     

    Sobre o palestrante:

    O Prof. Dr. Deivison Faustino é graduado em Ciências Sociais pelo Centro Universitário Santo André (2005); Mestre em Ciências da Saúde/ Epidemiologia pela Faculdade de Medicina do ABC (2010) e Doutor em Sociologia pelo Programa de Pös-Graduação em Sociologia da UFSCAR (2015). Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal de São Paulo – Campus Baixada Santista e integrante dos grupos de pesquisa: Laboratório Interdisciplinar Ciências Humanas, Sociais e Saúde; e Reflexos de Palmares. Foi bolsista PDSE junto ao Department of Philosophy (University of Connecticut, UConn, 2014-2015) e recebeu, em 2016, a Menção Honrosa do Prêmio Capes de Tese na área de Sociologia, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. Atualmente dedica-se à pesquisa, ensino e extensão voltados aos seguintes temas: Intelectuais negros, racismo e racismo institucional, saúde da população negra, educação das relações étnico-raciais e africanidades.

     

    Sobre o Projeto:

    O FANCA – Fórum Permanente de Estudos sobre as Artes Negras da Cena, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira – visa estabelecer um fórum permanente de estudos acerca dessas práticas e saberes, incluindo as relações raciais e étnico-raciais, através de atividades formativas. Trata-se de conhecer, reconhecer, retomar, fomentar e endossar a cultura e arte africanas e afro-brasileiras, sobretudo àquelas que dizem respeito às Artes  Negras da Cena em um sentido amplo: como as performances e outras artes dos corpos negros, a dramaturgia, a atuação, a performance arte, a encenação, alegoria, conhecimentos dos sagrados, manifestações culturais tradicionais e contemporâneas, dentre outras. Além disso, dentro do âmbito do curso, é proposta do Fórum, e de seus ciclos de formação, dar suporte tanto para a criação de uma disciplina obrigatória de Artes Negras da Cena e Relações Étnico-raciais quanto para a inserção de conteúdos que transpassem todo o currículo, articulando as epistemologias dessa área com as nele já estabelecidas. Disciplina obrigatória, demandada por reivindicação do Coletivo Kurima de acordo com a lei 10.639-03, e consensuada em Assembleia Geral do Curso de Artes Cênicas com a presença de professores(as), estudantes e STAEs. Destas reivindicações e demandas urgentes surge a importância, a idealização e o encaminhamento da criação do FANCA, concretizado na parceria entre Coletivo Kurima e Kurima Bantu Mulheres Mudenpodiro, Coletivo Vozes de Zambi e Coordenação de Artes Cênicas.

     

    Ficha Técnica:

    Coordenação Geral: Priscila Genara Padilha, Roberta Lira e Débora Zamarioli

    Coordenação Pedagógica em Artes Negras da Cena: Roberta Lira

    Produção: Amanda Duarte, Cássio Spósito e Eduardo Gonçalves

    Realização: Coordenação de Artes Cênicas, FANCA, Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC,  Coletivo Vozes de Zambi e Kurima Bantu Mulheres Mudenpodiro

    Apoio: UFSC, SECARTE/ Edital Pró- Cultura

     

    
    
    
    
    
    

  • Programação de Setembro 2018 – 10 anos do Curso de Artes Cênicas

    Publicado em 05/09/2018 às 15:00

    Estão todas/os convidadas/os para prestigiarem e participarem da programação de setembro da comemoração de 10 anos de implementação do Curso de Artes Cênicas da UFSC!

    Envio uma prévia do que acontecerá durante todo o mês e os detalhes dos dois eventos dessa semana.

    Conto com a presença de vocês!

    Profa. Débora Zamarioli

    No segundo mês de comemoração dos 10 anos de implementação do Curso de Artes Cênicas da UFSC, nossa programação traz vários Espetáculos, Oficinas, Palestras e Happening. Além disso, daremos início às Ações Formativas do FANCA: Fórum de Estudos das Artes Negras da Cena, nos dias 17, 27, 28 e 29! Não perca!

    Iniciamos setembro com a performance “AniverCênicas” no dia 05, com discentes de Performance II festejando o aniversário do curso no Varandão do CCE. Dia 06 tem o espetáculo “Self”, descubra quem está por trás do seu “Eu”. Dias 10 e 11, teremos oficina de “Patinação Artística”. No dia 11, teremos a oportunidade de compartilhar os detalhes da montagem de “Sonho de Uma Noite de Verão”, com a produtora e adaptadora da peça. Dias 11 e 12, continuamos com o “Workshop de Arte Rebelde”.  A Oficina de “Malabares” acontece nos dias 13 e 14. E, à noite, no dia 14, haverá o espetáculo “Era dos Terremotos”.

    Dia 17, segunda-feira, abrimos a semana inaugurando a 1ª edição de Formação do FANCA: Fórum de Estudos das Artes Negras da Cena, com a ilustre presença do Prof. Dr. Deivison Faustino com a palestra “Frantz Fanon, a estética  e a racialização: a educação para a relações étnico-raciais em questão”, seguida de lançamento de livro. E, à noite, no Teatro da UFSC (Igrejinha), o grupo Abaporu apresenta seu Teatro de Máscaras: “Pegando do Resto”, às 20h30.

    Dia 19, ocorrerá o “Happening em 3 andares”, às 18h30. O espetáculo “Amor da Minha Vida”, será apresentado no dia 20, no espaço Caixa Preta. No dia 23 é a vez do grupo Abaporu ocupar esse mesmo espaço com seu espetáculo “Clownsificados”. Nas manhãs da semana de 24 a 28 integrantes do Abaporu oferecerão a Oficina de “Máscaras Larvárias”. Teremos sessão dupla às 18:30 e às 20h30 do espetáculo “Confissão de Lúcio”, no dia 26 no espaço Caixa Preta.

    Para fechar o mês em grande estilo, no dia 27, o Prof Dr. Toni Edson, da UFAL e antigo professor colaborador do Curso de Artes Cênicas da UFSC, ministrará a palestra “A Tradição Oral Vista sob o viés do Djeli na África Ocidental”, unindo a programação de ações formativas do FANCA (2ª edição) e das comemorações dos 10 anos do Curso. Nos dias 28 e 29, o Prof. Toni oferecerá a oficina “Breve Passagem por Jogos de Escuta: Teatro de Rua e o Encontro com a Tradição Mandinga”, e ainda apresentará o espetáculo “Histórias do Lar…de Lá”, no dia 28. A programação do mês se encerra com o  espetáculo “Desatando Nós”, integrando a programação do MAÇÃ – Mostra de Artes do Centro Acadêmico de Artes Cênicas.

    Aproveitem. Divulguem. Prestigiem!

    Informações: https://www.facebook.com/artes.cenicas.ufsc/

    Email: cenicasufsc10@gmail.com

     

    Projeto 10 Anos do Curso de Graduação em Artes Cênicas da UFSC

    Coordenação Geral: Débora Zamarioli e Priscila Genara

    Produção: Cássio Spósito, Lucas Lima e Eduardo Gonçalves

    Realização: Coordenação do Curso de Artes Cênicas

    Apoio: SecArte/ UFSC

    Projeto de Formação FANCA: Fórum Permanente de Estudos sobre as Artes Negras da Cena, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira

    Coordenação Geral: Priscila Genara, Roberta Lira e Débora Zamarioli

    Coordenação Pedagógica: Roberta Lira

    Produção: Cássio Spósito e Eduardo Gonçalves

    Realização: Coordenação de Artes Cênicas, FANCA, Coletivo Kurima- Estudantes

    Negras e Negros da UFSC, Coletivo Vozes de Zambi e Kurima Bantu Mulheres

    Mudenpodiro

    Apoio: UFSC, SECARTE/ Edital Pró- Cultura

    Serviço:

    Performance Festa AniverCênicas

    Em comemoração dos 10 anos de implementação do curso de Artes Cênicas da UFSC, discentes do curso e o Sr. Aipim de Alegria, convidam todas e todos para uma celebração no Varandão do CCE. Além de guloseimas, o evento será recheado de surpresas. Não perca. Faça parte desta Festa. Venha celebrar conosco.

    Orientação: Profa. Dr. Maíra Castilhos

    Faixa Etária: a partir dos 12 anos.

    Quando: 05/09 das 18h00 às 19h00.

    Local: Varandão do CCE.

     

    Espetáculo Self

    A desconstrução da personalidade e a descoberta do ego e suas infinitas faces, o despertar da consciência e o encontro com o Self, o Eu-maior. Self trata dos conflitos ego x consciência e a espera de algo que talvez nunca chegue, o equilíbrio, talvez? Questões que permeiam a existência de um ser. Através do prisma da psicologia tradicional e contemporânea, construímos a ideia de Self. Como transmitir tais questões em uma peça de teatro é o que nos interessa, o trabalho é constante e a cada apresentação novas questões são colocadas, os egos e consciências dos participantes, assim como os do público são colocados em cena a cada momento.

    Ficha Técnica

    Direção: Juliana Freitas

    Atuação e Manipulação: Camila e Gabriel Guaraciaba

    Iluminação: Gabriel Velasques (concepção luz original)

    Dayane Ros (concepção luz alternativa)

    Bonequeiros: Juliana Freitas e Thiago Rocha

    Faixa Etária: 12 anos

    Quando: 06/09 – 20h30

    Duração: 50 minutos

    Local: Espaço Caixa Preta – Bloco D – CCE


  • Comemoração dos 10 anos do Curso de Artes Cênicas da UFSC

    Publicado em 17/08/2018 às 20:32

    Programação da Semana (20 a 24/08/2018)

     

    Terça-feira, 21/08 – 20h30 – Caixa Preta – Bloco D – CCE

    Leitura dramática: Tião e Chico, de Paula Scheidt

    A graduanda Paula Scheidt apresentará a leitura dramática da peça Tião e Chico. Baseada no livro Chico Mendes: Crime e Castigo, de Zuenir Ventura, essa produção é o resultado do trabalho desenvolvido por ela na disciplina Escrita Dramática III.

    Duração: 45 minutos – Faixa etária: 16 anos

     

     

    Quarta-feira, 22/08 – 18h30 – Sala de Projeção – 1º andar – Bloco D- CCE.

    Projeção de Vídeoperformances, produzidos pelos alunos de Artes Cênicas, na disciplina de Performance III. 

    Durante o primeiro semestre de 2018, os alunos receberam uma capacitação dentro dos laboratórios de imagem e de som do departamento, onde aprenderam a manipular a câmera, gravar áudios e editar seus vídeos. Tal processo deu origem aos trabalhos: Auto reflexão artística, de Naymi Dabbous; Corpoencerne, de João Azevedo e Inescurra, de Carolina Gangnelli.

    Duração: 30 minutos – Faixa etária: 12 anos

     

    Quinta-feira, 23/08 – 15h00 –  Caixa Preta – Bloco D – CCE

    Espetáculo teatral: Deu a Louca nos Contos de Fadas, de Célio Alves

    O egresso Célio Alves compartilhará conosco sua experiência no ensino de teatro através do espetáculo Deu a Louca nos Contos de Fadas. Dentre outras coisas o enredo trabalha de forma lúdica e contagiante os clássicos contos de fadas transportando-os para os dias atuais.

    Duração: 30 minutos – Faixa etária: livre

     

    Contamos com a presença de todos e todas!

     

    Sobre o projeto:

    A comemoração dos 10 anos de implementação do Curso de Artes Cênicas da UFSC visa a reflexão de sua trajetória e atuação dentro da comunidade acadêmica e de seu impacto social. Priorizando uma formação de excelência das(os) suas(seus) discentes, o curso compreende a atuação das(os) futuras(as) bacharelas e bacharéis em Artes Cênicas enquanto agentes artísticos e sócio-políticos – capacitados para fomentar ideias e atuar teórica e empiricamente nos diversos campos da Arte, da Academia e da Sociedade – difundindo e expandindo teorias, técnicas e descobertas advindas do Ensino, dos Projetos de Pesquisa e Extensão e de suas Criações Artísticas.

    Ao longo de todo o segundo semestre de 2018, teremos uma intensa programação de atividades artísticas, educativas e culturais que contará com oficinas, palestras, espetáculos, fóruns, entre outras. As atividades, abertas ao público e gratuitas, acontecerão nas dependências da universidade, contemplando a multiplicidade de conhecimentos produzidos na área de artes cênicas, dentro dos eixos formadores das(os) alunas(os) do curso: Atuação, Performance, Escrita Dramática e Encenação Teatral.

    Outro projeto de destaque é o Fórum Permanente de Estudos sobre as Artes Negras da Cena, História e Cultura Africa e Afro-brasileira, que desenvolverá ações formativas a fim de conhecer, reconhecer, retomar, fomentar e endossar formas artísticas africanas e afro brasileiras, sobretudo àquelas que dizem respeito às Artes da Cena, como a dramaturgia, a atuação, a performance, a encenação para colaborar com a desconstrução de preconceitos, com o combate ao racismo e com o fomento da diversidade artística e cultural de nossa área, a fim de construir, de fato, de uma sociedade justa, humana, multicultural e pluriétnica.
    Ficha técnica dos projetos:

    Coordenação Geral: Profa. Dra. Débora Zamarioli e Profa. Dra. Priscila Genara Padilha

    Coordenação Pedagógica: Roberta Lira (Coletivo Kurima e Kurima Bantu Mulheres)

    Equipe de apoio: Lucas Lima, Eduardo Gonçalves Viana, Dayane Ros, Mariana Barreiros

     

    Realização: Coordenação do Curso de Artes Cênicas

     

    Apoio: SecArte, Centro de Comunicação e Expressão e Departamento de Artes