Curso de Graduação em Artes Cênicas
  • Processo Seletivo Simplificado para contratação de Professor Substituto – Inscrições Abertas

    Publicado em 29/01/2019 às 10:36

    O Curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina informa que estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado para contratação de Professor Substituto para atuar neste Curso a partir do primeiro semestre de 2019.

    Edital 04/2019/DDP


  • Espetáculo: Insânia Loquaz

    Publicado em 28/01/2019 às 11:22

    O trabalho Insânia Loquaz, do discente de Artes Cênicas, Ricardo Koscialkowski Tetzner, irá representar a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na mostra “a_ponte: Cena do Teatro Universitário”, do Itaú Cultural, em São Paulo. A apresentação será no dia 30 de janeiro, no Teatro Itaú Cultural na Avenida Paulista.

    Dentre as 230 propostas somente 14 foram selecionadas e além da apresentação, Ricardo participa de uma programação intensa de 12 dias que incluem palestras, mesas redondas, encontros e as apresentações.

    O espetáculo Insânia loquaz é fruto do trabalho de conclusão da matéria Encenação IV, com o orientador Fábio Salvatti, no curso de Artes Cênicas da UFSC.

    O festival

    De 24 de janeiro a 4 de fevereiro, o Itaú Cultural apresenta uma programação especial de espetáculos realizados por estudantes de todo o país. Por meio da convocatória “a_ponte: cena do teatro universitário”, grupos vinculados a instituições de ensino de nível superior, escolas técnicas de nível médio ou escolas independentes de teatro foram selecionados no segundo semestre de 2018 para compor uma mostra na programação do instituto em 2019.

    Além da seleção das 14 peças, a_ponte convida os grupos Coato (BA) e Nós do Morro (RJ) para a abertura e o encerramento dos 12 dias de evento com os espetáculos Eu É Outro: Ensaio sobre Fronteiras e Encontros 32 anos depois, respectivamente.

    Como complemento formativo à programação, encontros entre os grupos e mesas debatem temas como festivais universitários – uma expansão da sala de aula – e as relações entre os processos de formação e os territórios em que estes se inserem. Já a Oficina Apontamentos sobre a Cena, comandada por Beth Néspoli e Kil Abreu, alinha as artes cênicas com a produção de textos e pretende trazer aportes teóricos que possam ser úteis à abordagem crítica da cena.

    As mesas de debate e os espetáculos contam com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

    Mais informações no site do evento.

     


  • Periódico Vinculado à Pós-Graduação em Estudos da Tradução da UFSC

    Publicado em 11/12/2018 às 10:02

    EDITORIAL N. 028

    Neste número, o último de 2018, o periódico “Qorpus” oferece, na “Janela como é/ Ensaios”, o Dossiê Samuel Beckett, com textos de Annita Malufe, Sílvio Ferraz, Vitor Alevato e Leonardo Samarino, estudiosos destacados da obra do dramaturgo e ficcionista irlandês. Faz parte do mesmo dossiê um texto sobre a vida e a obra de Beckett, por Simor Coveny, Ministro das Relações Exteriores da Irlanda.
    Maria Aparecida Barbosa, também nessa janela, discute ideias de Claude Lévi-Strauss e de Viveiros de Castro.
    Outros ensaios, de diferentes autores, abordam, na mesma janela, assuntos diversos, entre os quais feminismo, exílio e Horácio Quiroga.

     

              “Quadrado negro”, 1915, K. Malevich.

    Na janela “… à procura de autor/ Entrevistas”, o editor Samuel León fala da crise das livrarias na América Latina e, na entrevista seguinte, o escritor da Costa do Marfim, Yeo N’gana, fala de sua poesia.

     

               “Círculo Negro”, 1915, K. Malevich

     

    Na janela “Teatro na Praia/ Textos Criativos”, o “Qorpus” oferece ao leitor versos inéditos de Affonso Ávila, um poema do último livro de Paulo Henriques Britto e um conto da uruguaia Rosario Igoa, entre outros textos.

    “Cruz Negra”, 1915, K. Malevich

    Na agenda cultural, Clélia Mello apresenta uma amostra da obra da artista plástica Alicia Rossi.
    As obras suprematistas que ilustram este edital, “Quadrado negro”, “Círculo negro” e “Cruz negra”, criadas por K. Malevich a partir de 1915, na Rússia, foram chamadas de “o rosto do tempo”, pois encerraram uma época na pintura ocidental e iniciaram outra, imprevista e fértil, à medida que o quadrado primordial ia girando ou se desdobrando na tela.

    Boa leitura,
    Aurora Bernardini,
    Dirce Waltrick do Amarante e
    Sérgio Medeiros.

     


  • Oficina de Corpo: qual é o seu cenário?

    Publicado em 26/11/2018 às 17:00
    Oficina de Corpo: qual é o seu cenário?
     
    com o Grupo Ronda
    condução: Zila Muniz, Nastaja Brehsan, Ana Pi
     
    Quando: 3, 4, 5, 6 de dezembro
    Horário: 8:30 às 12:30
    Local: Sala 210 – Bloco D / CCE – Dpto de Artes UFSC
    GRATUITO
    Inscrição: rondagrupo@gmail.com
     
    Esta será a última oficina Qual é o seu cenário? oferecida este ano de 2018 que faz parte do projeto Qual é o seu cenário? Ações compositivas, aprovado pelo edital Elisabete Anderle de estímulo à cultura.
    Qual é o seu cenário? pretende criar um percurso em que cada participante mergulhe em seu próprio universo no campo da experiência cotidiana mediado pelo espaço lúdico e poético. Ao vivenciarmos e apropriarmo-nos do campo artístico, desenvolvemos outros nexos de sentido, colocando-nos em postura ativa e criadora em relação ao mundo. Os encontros são direcionados para um trabalho de corpo que age como propulsor de potência criativa poética, tornando tal mergulho um construtor de territórios afetivos e relacionais. No decorrer da oficina cada participante irá criar uma cena individual que consiste em corpo/cenário, pensado como um espaço de relações comunicativas e afetivas que se constroem a partir de contextos e relações entre memória e identidade. Em um trabalho de criação artística como este são necessárias mediações para que as conexões, o movimento, a ação, o pensamento e a comunicação possam acontecer. Estas mediações serão desenvolvidas a partir da identidade e da memória para ativar códigos, gestos, textos, padrões e espaços selecionados na pesquisa – e incorporados por meio de estruturas de improvisação. Ao final da oficina irá acontecer uma mostra das cenas criadas durante o processo desenvolvido nos encontros, com o trabalho de corpo/cenário individual que será apresentado na caixa preta da UFSC, no dia 6/12 às 19h

  • Espetáculos Resultantes de Encenação IV em 2018-2

    Publicado em 20/11/2018 às 13:03

    In on it

    dias 23, 26 e 30/11
    Caixa Preta CCE/UFSC – 20h30

    texto Daniel Maclvor
    Encenadores: Giovanni Scotton e Patrícia Rodrigues
    Atores: Paulo Witt e Yuri Milano
    Autor: Daniel MacIvor
    Orientador: Fabio Salvatti
    Foto: Karine Schüller
    Coreografia: Giovanni Scotton
    Iluminação: Gabriel Guedert e Giovanni Scotton
    Operadora de luz: Kauana Machado
    Instagram @eixocinco

    Insânia Loquaz

    dia 05/12
    SESC Prainha – 20h

    Dois Pontos – Cia de DançaTeatro
    Coreógrafo: Ricardo Tetzner
    Bailarinos: Alexandra Klen e Ricardo Tetzner
    Desenho de Luz: Henrique Rodovalho
    Figurino: Beirão Figurinos Cênicos

    Orientador: Fábio Salvatti
    Orientador LIBRAS: Tarcísio Leite
    Auxílio em LIBRAS: Rui Zuzza
    Assessoria de Comunicação e Design Gráfico: Angelita Corrêa
    Fotos: Beatriz Sá
    Direção Geral e Artística: Alexandra Klen e Ricardo Tetzner

  • Espetáculo: In on it

    Publicado em 14/11/2018 às 18:02

    Evento do Facebook

    Dias 23, 26 e 30/11
    Caixa preta
    20h30 (retirar ingresso gratuito 1h antes)


  • Perspectivas para uma carreira nas Artes Cênicas apresenta a oficina: COMO FAÇO PARA ENCAMINHAR UM PROJETO ARTÍSTICO?

    Publicado em 14/11/2018 às 18:01
    O projeto de extensão: Perspectivas para uma carreira nas Artes Cênicas apresenta a oficina: COMO FAÇO PARA ENCAMINHAR UM PROJETO ARTÍSTICO?, ministrada por Andréa Müller.
    19 a 21 de novembro de 2018, das 14 h às 17h30.
    15 vagas (aberto ao público em geral).
    É preciso levar um notebook para a oficina.
    Inscrições gratuitas pelo e-mail: rafaelmarquesary@gmail.com ou pelo WhatsApp 48 99695-6275
    CRONOGRAMA
    Apresentação
    Existem muitas dúvidas e muito trabalho a fazer na hora de produzir um material artístico e encaminhá-lo às instituições e aos editais de cultura.
    Esta oficina pretende, por meio de uma vivência prática, instruir os participantes na preparação e apresentação de suas propostas artísticas, orientando-os a elaborar releases, a organizar as documentações para contratação, a construir uma planilha de custos justa e a vivenciar uma prática de apresentação de venda.
    Estrutura
    A oficina será dividida em três módulos práticos.
    Primeiro módulo:
    O trabalho do outro lado. O que faz o meu interlocutor / contratante?
    As relações profissionais bem-sucedidas são aquelas em que todos os envolvidos dominam os processos para a realização do trabalho.
    Neste módulo serão apresentadas as expectativas do contratante. Quais as suas necessidades e qual o seu “time” para a seleção e contratação de uma atividade artística.
    Exercício prático
    Criação de release. Como elaborar esse documento?
    Um release pode ser criado de diversas maneiras e com diversos formatos. Mas algumas informações são essenciais para o interlocutor / contratante. Neste primeiro módulo os alunos serão orientados com exercícios práticos a falarem de seus trabalhos de forma clara e objetiva
    Segundo Módulo:
    Custo do trabalho. Como precificar?
    Esta etapa da preparação do material é importantíssima. As propostas financeiras revelam o nível de profissionalização do grupo e do seu produto. É importante que cada colaborador seja remunerado justamente. Para isso é necessário conhecer os parâmetros que norteiam os custos relativos aos trabalhos artísticos, assim como os encargos e impostos.
    Documentação para contratação – Como obtê-las?
    As instituições de cultura são fiscalizadas e auditadas por diversos órgãos e respondem juridicamente por todas as atividades que realizam. Por essa razão, exigem uma documentação rigorosa que fará parte do processo de contratação. Essa documentação precisa ser apresentada corretamente e no prazo estipulado. Os alunos serão orientados sobre como obtê-la e organizá-la em seu portfólio.
    Terceiro módulo:
    Reunião para apresentação do projeto. Como conduzi-la?
    A última etapa do trabalho será de apresentação e avaliação do material produzido nos módulos anteriores. Por meio de uma simulação, cada participante responsável pela venda do projeto terá um tempo definido para apresentar sua proposta de trabalho. Após as apresentações, serão sinalizados os pontos positivos e os que precisam melhorar.
    Andréa Müller é Artista Plástica, Produtora Cultural, Atriz e performer.
    Na década de 90, residindo em São Paulo, formou-se em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Frequentou a Escola Circo Picadeiro, cursou teatro no INDAC Escola de Atores – SP e participou do CPT – Centro de Pesquisa Teatral, coordenado pelo diretor Antunes Filho.
    Ainda neste período, ingressou na empresa SESC – Serviço Social do Comércio, onde trabalhou por 23 anos, atuando como Arte Educadora e como Programadora Cultural nas áreas de cinema, teatro, dança, literatura, música e outras linguagens.
    Em 2017 criou a performance Coragem, que trata do empoderamento feminino e da educação de gênero. Esse trabalho teve sua estreia em Nova Delhi, Índia, a convite da ONG Humans for Humanity, sendo.apresentado nas universidades Miranda House e Amity Institue of Social Sciences.
    Em 2018 criou a performance “Temporalidade”, inspirada em aspectos dos trabalhos dos filósofos Didi Huberman.e Friedrich Nietzsche, para apresentação no curso de Filosofia e Psicanálise, ministrado pelo Prof. Dr. João Bosco Millen, em Barra Mansa- RJ.
    PERSPECTIVAS PARA UMA CARREIRA NAS ARTES CÊNICAS
    O projeto tem como objetivo aproximar os alunos do curso de graduação em artes cênicas da realidade do mercado de trabalho. Há uma percepção de que a carreira em artes cênicas é difícil e o mercado, quase inexistente. Dessa forma, o projeto tem o intuito de abrir a discussão com a comunidade externa e interna sobre a necessidade de conhecer o que existe e criar o que for necessário para o crescimento desse mercado, propiciando para os formados uma possibilidade de carreira. Para tanto, vale lembrar que a carreira nas artes cênicas se configura como uma carreira de um profissional liberal, logo a criatividade não deve se limitar apenas ao campo da criação artística, deve estar presente também nas estratégias para viabilidade econômica.

    Profa. Elisana De Carli
    Curso de Artes Cênicas
    Depto de Artes – ART
    Centro de Comunicação e Expressão – CCE
    Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

  • Performance: Carta ao Presidente

    Publicado em 07/11/2018 às 20:32


  • Horário reduzido de atendimento.

    Publicado em 01/11/2018 às 12:31

    Comunicamos que devido a participação em cursos de capacitação do servidor que responde pelo expediente da secretária estaremos atendendo em horário reduzido entre os dia 06/11 e 13/11.

    Os curso são: “Controle Externo da Administração Universitária” que ocorrerá dias 06, 07 e 08/11 no período de 09h às 12h; e “Gestão e Fiscalização de Contratos Terceirizados” que ocorrerá dias 06, 07, 08, 09 e 13/11 no período de 13h às 17h.

    Assim o atendimento ocorrerá da seguinte maneira:

    05/11: expediente normal (10h-13h e 14h-19h)

    06/11 : 17h – 18h

    07/11:  17h – 18h

    08/11:  17h – 18h

    09/11: 10h – 12h e 17h – 19h

    12/11: 10h – 12h e 17h – 19h

    13/11: 10h – 12h e 17h – 19h

    PS: Lembramos ainda que mesmo nestes períodos a secretaria pode ser encontrada de portas fechadas devido a necessidade de traslado documental administrativo entre setores.


  • Terceira Edição da Formação do Fórum Permanente de Estudos sobre as Artes Negras da Cena, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira (Fanca)

    Publicado em 31/10/2018 às 17:22

    A terceira edição da Formação do Fórum Permanente de Estudos sobre as Artes Negras da Cena, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira (Fanca) será realizada de 7 a 10 de novembro. O encontro tem como tema “Diálogos com Tradições Orais de Matriz Africana”. O pesquisador e artista Toni Edson (UFAL) ministrará uma palestra, uma oficina e apresentará um espetáculo de contação de histórias. A Formação, que é promovida pelo Coletivo Kurima – estudantes negros e negras da UFSC, Kurima Bantu Mulheres e pela Coordenação de Artes Cênicas com apoio, também, do Projeto 10 Anos do Curso de Artes Cênicas da UFSC, é gratuita e aberta a toda comunidade.

    As inscrições vão até 7 de novembro, através do link.

    Sobre o FANCA

    O Fórum Permanente de Estudos sobre as Artes Negras da Cena, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira (FANCA) visa estabelecer um espaço de estudos acerca dessas práticas e saberes, incluindo as relações raciais e étnico-raciais, através de atividades formativas. Trata-se de conhecer, reconhecer, retomar, fomentar e endossar a cultura e arte africanas e afro-brasileiras, sobretudo àquelas que dizem respeito às artes das cenas negras em um sentido amplo: como as performances e outras artes dos corpos negros, a dramaturgia, a atuação, a performance arte, a encenação e as manifestações culturais. Todas as ações tem a finalidade de instruir toda a comunidade universitária para implementar efetivamente a lei 10.639 nos conteúdos de ensino, pesquisa e extensão.

    Sobre Toni Edson

    Toni Edson é ator negro sergipano que sobe aos palcos desde  os 11 anos de idade. Tornou-se dramaturgo, diretor, compositor e ator de forma auto-didata e, a partir de 1998, complementou sua formação com cursos. Desde 1999 é contador de histórias e em 2006 passou a ser formador de contadores. Toni direcionou sua pesquisa para contos africanos e contos populares do Brasil. É licenciado em artes cênicas (UDESC), mestre em Literatura Brasileira (UFSC). Ator profissional desde 2000, trabalhando com teatro de rua a partir de 2003, modalidade teatral em que concentra sua pesquisa de forma mais efetiva. Fez parte do Grupo A de Teatro, que depois se torna Africatarina, compôs o quadro do grupo Cachola no Caixote e atualmente é membro fundador da Trupe Popular Parrua (SC) e do Grupo Iwá (BA). É doutor em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade federal da Bahia (PPGAC/UFBA), estudando procedimentos e tradição oral de contadores de história africanos como inspiração para rodas de história na rua com contos brasileiros e africanos. Desde 2013 é professor de Encenação e Teatro de Rua da Escola Técnica da Universidade Federal de Alagoas (ETA/UFAL).

    Programação:

    Palestra: A Tradição Oral Vista sob o viés do Djeli na África Ocidental

    Dia 8/11, às 20h, Auditório do EFI (Alterado)

    Há um grupo de famílias de contadores de histórias da África Ocidental, conhecidos como djeli ou djelimuso. Essas/esses contadoras(es) fazem parte de uma casta, numa tradição oral secular que passa de geração a geração. Os primeiros e principais expoentes dos djeliw fazem parte da família Kouyaté. Este estudo abarca discussões sobre oralidade feitas principalmente por uma parte da família Kouyaté, proveniente do país chamado Burkina Faso, e outros contadores de histórias encontrados no XVIII Festival Internacional de Contadores de Histórias Yeleen, promovido pela família supracitada na cidade de Bobo Diulasso. Esta palestra descreve a prática da tradição oral do djeli, suas funções e atribuições, analisa o discurso de alguns membros da família Kouyaté e do tradicionalista Amadou Hampatê Bâ, além de abordar um processo de intercâmbio realizado pelo autor em Burkina Faso, participando do festival Yeleen em 2014. A contação de histórias para esses “artesãos da palavra” acontece preferencialmente em espaços abertos.

    Oficina: Breve Passagem por Jogos de Escuta: Teatro de Rua e o Encontro com a Tradição Mandinga

    Dias 8 e 9/11, das 14 às 17h, Sala 210, Bloco D, CCE.

    A oficina busca potencializar as relações entre “o corpo que conta” e a emissão de palavras, que têm seu peso e sua memória. Para tanto, são praticados jogos de concentração, consciência corporal, percepção do espaço e do outro, a fim de ampliar o repertório pessoal de cada participante. A oficina tece ainda relações entre o contar histórias nos mais variados espaços, instigando as/os participantes a desenvolverem a generosidade, a tranquilidade ao contar e a conexão com nossas raízes.

    Espetáculo: Histórias do Lar…de Lá

    Dia 9/11 às 20h30, Caixa Preta, Bloco D, CCE.

    Você lembra da história que ela contou? Pois Toni Edson, nessa sessão de contos, recorre a memórias de um lar distante, do outro lado do oceano. O contador, sob as vestes de um contador tradicional, faz o reconto de histórias que nunca leu, mas que ouviu durante sua viagem a Bobo Diulasso, capital cultural do país africano Burkina Faso. E o contador ainda ” traduz” canções ouvidas nas histórias, muitas vezes trazendo outra letra para melodias africanas. São histórias que falam do que se faz em casa, sair de casa, entrar e as formas de conviver no lar… de lá. (Com contos de tradição oral africana, ouvidos no XVIII Festival Internacional de contadores de Histórias Yeleen, ocorrido em Burkina Faso. Os contos foram contados por Alasane Sidibé (Togo), Aichatou Fofana Lamine (Níger), Djneba Sano (Burkina Faso), Amnata Sano (Burkina Faso), Minata Sano (Burkina Faso), Bakari Sano (Burkina Faso). Tradução dos contos da família Sano para o francês: François Möise Bamba (Burkina Faso). Tradução dos contos para o português: Michel Ange Gorpe (Costa do Marfim) e Toni Edson. Concepção, adaptação e interpretação, e concepção de canções: Toni Edson.

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