Apresentação: A indiferente solidão de todas as coisas

23/08/2019 15:30

 

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O Projeto Fluxo é um núcleo de ações integradas, existem princípios, provocações, conceitos que mobilizam a invenção e modos de fazer em cena.
A indiferente solidão de todas as coisas, atravessa o campo da poesia e da filosofia, parte de algumas preposições sobre a dramaturgia contemporânea, dá continuidade a uma prática de
construção sobre as principais materialidades que compõem a cena, materialidades que, em este caso: texto/som/voz/espaço/corpo/objeto, estavam acessíveis ao processo de criação da peça.

Ao propor o espaço com objetos que significam, indicam, mas não o definem, a encenação surge como o veículo que dá corpo/voz às palavras que querem e, até parecem que precisam, se materializar. As ações e movimentações surgem a partir e em função do texto em cena, refletindo o dinamismo, as narrativas, a fragmentação e a descontinuidade da escrita. Deslocamentos ininterruptos, pausas instáveis, luz, silêncio, sombra, vociferação. Espaços, ocupar, esvaziar, relacionar, modificar. Em cena, a constante transformação do cenário alude as metamorfoses vividas. O texto e sua encenação se colocam como um jogo de linguagem, uma reflexão sobre o dito e o não dito, convidando o espectador a experenciar o trajeto proposto.

DIA 30/08
DUAS SESSÕES
1º: 18:30 HORAS
2º: 20:00 HORAS.

Ficha técnica:
Direção: Larissa Reimer.
Texto e atuação: João Mario Monje Filho.
Fotos: Daniel Starling.
Desenho gráfico: Rodrigo Sicuro.
Coordenação artística: Paula Pivatto, Dayane Ros, Maíra Castilhos.
Sede e Preparação Técnica: Universidade Federal de Santa Catarina – Centro de Comunicaçao e Expressão – Curso de Artes Cênicas.
Duração: 40 minutos.